O resultado foi obtido após a preparação de uma composição de nanopartículas de dióxido de titânio modificado e misturar em uma solução aquosa. O pó obtido foi testado em laboratório, incluindo o material em uma cultura de células infectadas com o parasita Leishmania, que transmite a doença.

Esta situa-se nas células da derme, que captura o composto quando ele é colocado sobre a pele, e quando sujeito a luz é activada destruindo microorganismos.

En la investigación –realizada en asocio con la Universidad Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, de Brasil– la composición se irradió con luz led a una longitud de onda de 482 nanómetros y su capacidad fotodinámica se validó para destruir el parásito. Después se efectuó un experimento en ratones BALB/c, cuyo sistema inmune es más débil que el de otras especies de roedores, pero que pueden aproximarse a las respuestas del sistema inmune humano.

Para la prueba se utilizaron siete grupos de 12 ratones cada uno, entre los que hubo: roedores sanos; infectados y no tratados; infectados y tratados con el fármaco comercial (Anfotericina B); y tratados con el compuesto en diferentes dosis. A los ratones se les inyectó el compuesto en heridas ocasionadas por la leishmaniasis que aparecieron dos semanas después del contagio.

"Verificou-se que as estruturas de dióxido de titânio com o zinco tinha melhor resposta antileshmania a uma dose de 46 microgramas por mililitro, por redução do número de parasitas entre 30% e 40%," explica Alex Lopera, PhD estudante Engenharia - Ciência Escola de materiais de Minas da Universidade Nacional da Colômbia (UN) Sede Medellín, que conduziu o estudo.

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Celular infectado com parasitas de Leishmania (os menores pontos). (Foto: UN)

O pesquisador acrescentou que, embora o composto exibiu uma reacção de resposta leishmanicida tóxico em células encontrado "no entanto, teve afinidade para os microorganismos".

Este tratamento, em relação ao convencional, tem vantagens potenciais, já que a atual forma de controlar a doença por drogas como a antimonial pentavalente que produzem efeitos adversos como vômitos, febre e diarréia, por isso, é comum os pacientes a deixar tratamento.

Embora o resultado dá boas indicações pesquisas são necessárias para avaliar os outros sobre os efeitos do tratamento.

Leishmaniose produz lacerações no corpo que deixam cicatrizes ao longo da vida e causa grave de deficiência. Nas Américas, a forma mais comum de infecção da doença é pela picada de mosquitos, flebotomíneos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de dois terços dos novos casos ocorrem no Afeganistão, Argélia, Brasil, Colômbia, Irã e Síria.

A doença ocorre em três tipos: visceral (que permanecem no fígado e é a forma mais grave de leishmaniose), cutâneo-mucosa e da pele, a mais comum. (Fonte: UN / DICYT)

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